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Sandra Oh em uma de suas melhores entrevistas…

Entrevista da Sandra Oh ao “People Inside” finalmente divulgada e dividida em três partes nas quais a atriz fala sobre a Coréia, Grey’s Anatomy, Cristina Yang, Emmy, o início da carreira e a luta de uma asiática ganhar espaço em Hollywood.

Como ela é minha queridinha (desculpa ae sociedade), e hoje é seu aniversário (parabéns Sandrinha!!!) eu resolvi postar um “resumo” da entrevista para vocês. (Obs.: A entrevista é em inglês, apenas a introdução que não.)

A repórter começa dizendo que está muito feliz por se encontrar com Sandra e que adora Grey’s Anatomy, uma série que faz muito sucesso na Coréia também.

Sandra conta que em julho começam as gravações da 8ª temporada e que, por enquanto, está de férias. Ao saber que Grey’s é popular na Coréia, a atriz falou que se sentiu muito honrada e animada. Saber que as pessoas apreciam seu trabalho a deixa muito feliz.

A repórter então pergunta quando foi a última fez que esteve na Coréia e Sandra contou que foi há uns 20 anos e deseja muito voltar, pois tem certeza que muita coisa mudou. Sua maior lembrança é a sensação de estar cercada por pessoas como ela. Mas, ao mesmo tempo, por não falar coreano, já que cresceu em uma pequena cidade do Canadá, também tinha a sensação de ser diferente das pessoas.

Retornando ao assunto Grey’s, Sandra acredita que eles tiveram muita sorte porque a série teve sucesso e por isso anda durando tanto tempo e continua sendo um fenômeno. Ela justifica isso pelo fato de ser centrado em cinco personagens bem diferentes que enfrentam o desafio de aprender medicina.

A repórter lembra então que a 7ª temporada terminou com Cristina grávida. Sandra conta que foi pega de surpresa, pois não tinha ideia que aquilo aconteceria e até brincou com os escritores sobre o assunto, pois eles querem escrever dramas a todo custo, mas os atores desejam as coisas verdadeiras, que realmente correspondem ao personagem. Mas, às vezes, a criadora e os escritores só querem fazer dramas, vários dramas e Sandra percebe que o processo criativo é difícil, especialmente no mundo da TV, no qual é necessário ter um final dramático. Ela acredita que essa é uma das razões que o público se mantem fiel a série e seus personagens, não por ter um final extremamente dramático, apesar de ser necessário, mas pelo desenvolvimento do personagem.

Para a próxima temporada, Sandra não tem ideia do que acontecerá. E isso é o que ela acha mais interessante na TV. Ao fazer um filme, você recebe o roteiro e já sabe como acabará. Em seriado não, nunca se sabe.

Em seguida, ela fala sobre sua audição para o papel da Dra. Bailey que fez de uma maneira bem diferente da Chandra Wilson. E no final, acabou ganhando o papel de Cristina. Sandra ficou muito animada, pois ela nunca teve um papel como esse. Claro que agora todo mundo sabe que Cristina e Meredith são melhores amigas, mas no piloto, eram como rivais. E isso agradou a Sandra, ela queria interpretar uma personagem não tão legal, que seria interessante fazer. Ela adora Cristina porque se distancia de tudo que é emocional. A médica não fala muito, especialmente sobre relacionamentos, mas é capaz de se expressar. Isso é fascinante.

E o que Grey’s Anatomy é para Sandra? Os últimos sete anos foram os mais importantes de sua vida, a série realmente mudou sua vida.

Recentemente ela viajou para cidades pequenas da América do Sul e muitas pessoas lhe paravam dizendo que amavam Cristina. Saber que as pessoas em todo mundo são capazes de assistir seu trabalho é uma grande coisa e ela é extremamente grata.
Mudando de assunto e indo para seus prêmios, como o Globo de Ouro em 2006, Sandra fala que foi o melhor momento de sua carreira e que ainda se lembra da adrenalina naquela noite e que bebeu muito champanhe depois e essa adrenalina ainda continuava pelo seu corpo e isso manteve por uns 4 ou 5 dias. Nada tirava aquela excitação. É maravilhoso reconhecerem seu trabalho.
A repórter então comenta que estranha nunca ter ganhado um Emmy, apesar de ser indicada cinco vezes. Sandra ri e fala que são coisas da vida. Uns ganham, outros não, mas ainda deseja ganhar.
Dai pra frente sobre sua infância, a ótima educação dos pais, o musical Anne que a fez querer seguir carreira. O primeiro trabalho e o primeiro filme…

O assunto inicial é a discriminação de asiáticos em Hollywood. Sandra conta que direto ela passa por isso, é frustrante e cansativo. E conta que não há ator asiático em papel de protagonista em uma série dramática. É difícil viver quando outros pegam um papel que pode ser perfeito pra você, mas a discriminação tira a possibilidade.
A discriminação também acontece entre homens e mulheres, onde os salários em Hollywood das atrizes são bem menores que dos atores, mesmo com um nível bom de experiência. Sandra acredita que todo ator, em algum momento, teve que escolher entre sofrer ou não para entrar em tal ramo.
E como Sandra lida com a fama? A atriz disse que isso foi a parte mais difícil nos últimos 7 anos.  É difícil, você constantemente está sob os flashes das câmeras e isso não tem relação sempre com a parte de encenar ou responder perguntas como aquele momento. É difícil manter o equilíbrio, porque ela quer ter contato com as pessoas.

Vídeos: sandraohblog

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